15 de junho de 2007

Anotações

ATA

Caros colegas, fiz algumas anotações, que talvez possam ajudar na reflexão. Anotações são sempre incompletas, pois ouvir é seletivo. Sequem aqui algumas:

Os enunciados do processo artístico:

“Todos os nossos juízos, todas as frases, ou “ pinceladas”, que pronunciamos, ou as idéias que emitimos são expressões de nossos estados vitais- a emanação da vida em nós que correspondem ao estilo, ou filosofia inata e adquirida de cada um , que irão refletir neste fazer artístico, no que procuramos como prioridade para alimentar nossa alma, quando vamos a exposições, teatros, museus, ou lemos o jornal do dia, estamos desta forma alimentando este fazer.

Interpretamos os fatos com essa carga de “enunciados”. A arte nos leva, portanto, a tarefa da “redenção”, que vão animar e se revelar “neste fazer presente”, neste fazer já, no aqui – agora., que vão corresponder a verdade objetiva na sua reflexão mais profunda.
O existir do artista que são corpo e sensibilidade, mas que também comporta a sua “desconstrução”, ou seja, pela refutação dos erros, das ilusões, das falsas opiniões, desconfiando do tema, por ser artifício, saindo da sedução que o paraliza. Desconstruir o já visto, hierarquizando essas forças.

Entre a pintura e o fazer há o expectador – e esse espaço torna-se o “ sagrado” da experiência como porvir, ao produzir o deslocamento da experiência na ilusão.

A pintura desta forma deve ser entendida como processo e não como artifício”.

Refletir o porquê de algumas obras, se tornarem “ universais”, na suas estruturas de verdades mais profundas e essenciais, em oposição ao “passageiro”, ao estilo do consumo descartável.
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14 de junho de 2007

Mario Sironi


"Il ciclista" - 1916
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Mario Sironi (1885-1961)


Tema do Ata Contraponto:

Mario Sironi, nasceu em Sassari, Sardenha. Abandonou os estudos em engenharia e frequenta a academia de Belas Artes em Roma, e junto com Giacomo Balla, Gino Severini, Umberto Boccioni, e Marinetti (Os Futuristas), fundam o grupo dos "Novescentos", em 1922, do qual Sirone foi um dos principais colaboradores.
Em 1932, empenhou-se pela realização da " Mostra della Revoluzione Fascista".

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12 de junho de 2007

Palestra no Contraponto

( Acesse na imagem para melhor visualização)

inscreva-se:

contato@contraponto55.ato.br




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30 de maio de 2007

Women in Art






500 anos de Retratos femininos


(click e assista uma bela montagem)

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28 de maio de 2007

Arte e Responsabilidade


Oi queridos
Um rapaz do círculo de leitura quis compartilhar esse texto, e acho que ele tinha razão; lá vai:

"Chama-se mecânico ao todo se alguns de seus elementos estão unificados apenas no espaço e no tempo por uma relação externa e não os penetra aunidade interna do sentido.
As partes desse todo, ainda que estejam lado a lado e se toquem, em si mesmas são estranhas uma às outras.
Os três campos da cultura - a ciência, a arte e a vida - só adquirem unidade no indivíduo que os incorpora à sua própria unidade. Mas essa relação pode tornar-se mecânica, externa. Lamentavelmente, é o que acontece com maior freqüência.
O artista e o homem estão unificados em um indivíduo de forma ingênua, o mais das vezes mecânica: temporariamente o homem sai da"agitação do dia-a-dia" para a criação como para outro mundo "de inspiração, sons doces e orações".
-O que resulta daí? A arte é de uma presunção excessivamente atrevida, é patética demais, pois não lhe cabe responder pela vida que, é claro, não lhe anda no encalço. "Sim, mas onde é que nós temos essa arte - diz a vida -, nós temos a prosa do dia-a-dia".

Quando o homem está na arte não está na vida e vice-versa. Entre eles, não há unidade e interpenetração do interno na unidade do indivíduo.

O que garante o nexo interno entre os elementos do indivíduo? Só a unidadeda responsabilidade. Pelo que vivenciei e compreendi na arte, devo responder com minha vida para que o todo vivenciado e compreendido nela não permaneçam inativos. No entanto, a culpa também está vinculada à responsabilidade. A vida e a arte não devem só arcar com a responsabilidade mútua mas também coma culpa mútua.
O poeta deve compreender que a sua poesia tem culpa pela prosa trivial da vida, e é bom que o homem da vida saiba que a sua falta de exigência e a falta de seriedade das suas questões vitais respondem pela esterilidade da arte.
O indivíduo deve tornar-se inteiramente responsável: todos os seus momentos devem não só estar lado a lado na série temporal de sua vida mas também penetrar uns nos outros na unidade da culpa e da responsabilidade.
E nada de citar a "inspiração" para justificar a irresponsabilidade. A inspiração que ignora a vida e é ela mesma ignorada pela vida não é inspiração mas obsessão.
O sentido correto e não o falso de todas as questões antigas, relativas às inter-relações de arte e vida, à arte pura, etc., é o seu verdadeiro patos apenas no sentido de que arte e vida desejam facilitar mutuamente a sua tarefa, eximir-se da sua responsabilidade, pois é mais fácil criar sem responder pela vida e mais fácil viver sem contar com a arte.
Arte e vida não são a mesma coisa, mas devem tornar-se algo singular em mim, na unidade da minha responsabilidade.

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(Mikhail Bakhtin, Estética da Criação Verbal, ed. Martins Fontes, 2006.Trad.
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Colaboração enviada por e-mail de Liana

25 de maio de 2007

Anotações



Sobre nossa reunião de ontem 23/05/07, estou enviando algumas anotações realizadas por Suely, e complementadas por mim. Espero que ajudem na elaboração do texto:

Começamos refletindo sobre: “ O trabalho como acontecimento”.
Delicadeza, espanto ou estupefação?


Falando sobre o brilho da luz incidindo sobre o objeto ( no caso a escova desenhada pelo Márcio ) esse brilho tinha um peso que a escova não podia suportar. A luz nesse caso seria o elemento de triangulação.

É a circunstância que se faz ver no particular. É aí que o humano se faz.

A imagem é uma armadilha à Arte.


No sentido metafísico: trabalhar à distância, como observador. Questionar: que instrumentos Cézanne nos deixou ?
Pergunta: ( Jana ) a ilustração não tem espessura?
Res. o acontecimento é o atrito que você faz na superfície. É saber em que planos a imagem se faz.


Deixar um enunciado poético na relação do enunciado como provocador deste sonhar ( écran ) é a urdidura, é o tecido do sonho. Está no “entre”, isso é que se chama poesia.


A circunstância tem que ser criada.
A contaminação de cor, luz, faz o artista olhar o que é circunstância e o que é essencial.


É o exercício do olhar. Isso se chama espessura ( a espessura é o sensível ) Na música também existe essa singularidade em mostrar a sutileza.
A grande crise na Arte é uma crise de espiritualidade nesse nível.
O desenho também é o espaço.

A escrita que o artista escreve é testemunha do que está fundamentada na experiência de um artista na sua singularidade. O ser do ente- o que é essência – no limiar do pensamento, com aquilo que se coloca no mundo.

A finalização é importante para se fazer obra.
A imagem traz o instante da surpresa e a questão do esquecimento.

Tudo é abstração
. Descobrir o significado do objeto para o espírito e não para o funcional.
O artista tem que deslocar esse olhar e a Arte se faz, quando aquilo se faz como acontecimento. Aquilo que se mostra, se revela no esquecimento. O tempo todo você tem que produzir no outro um encantamento.
É um urdir entre o pensar e o sentir, como trama onde o resultado é o Écran ( o que se teceu do sonho)

Humanizar o que se vê – esse é o gesto artístico – sentir na operação deste fazer, e não ficar no simbólico, mas no ato deste fazer.

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24 de maio de 2007

A beleza


"A definição do belo é fácil: é aquilo que desespera"

Paul Valéry

A pintura Macieira I, de Gustav Klimt, é uma das cinco obras do pintor austríaco que foram confiscadas pelos nazistas e devolvidas aos herdeiros de Ferninand e Adele Bloch-Bauer este ano.
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23 de maio de 2007

Vieira da Silva


Programação do Museu de Arte Moderna de São Paulo

Vieira da Silva (1908-1992), nascida em Portugal e naturalizada na França, viveu no Rio de Janeiro entre 1940 e 1947, época dominada pela guerra na Europa. São mais de 100 obras, incluindo os painéis de azulejos. Foi representante da Nova Escola de Paris.

21 de maio de 2007

Novos Territórios


O Ata-Contraponto com novos territórios:

Q.E.L.A (Quintal de estudos de Land-Art)

no link & Artérias
: O contrário é a mesma coisa

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20 de maio de 2007

Novos territórios....


Site de Vera Giorgi no ata-Contraponto:



www.veragiorgi.com.br

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16 de maio de 2007

Convite Pinacoteca

www.canalcontemporaneo.art.br/edithderdyk

confira os trabalhos da artista Edith Derdyk no link
ou acesse com o mousse para ampliar visualização.

14 de maio de 2007

Monumenta 2007

Confira o link:


(acesse com o mouse)
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12 de maio de 2007

Olhares....


.Foto: Vera Giorgi

.Novos territórios no Ata-Contraponto :

.Confira: Nas costas da baleia e

Varal de idéias

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Dimensions of Constructive Art in Brazil



Eis aqui, de fato.... o Grande dado!
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Acesso no link Contraponto Anexos

para conferir a exposição no Museum of fine Arts, Houston


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11 de maio de 2007

Olhares....


Fotos no contraponto clicks
Confira as belezas e sensibilidades
enviadas por Vera Giorgi
acesse no:


Contraponto Clicks

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10 de maio de 2007

Ata anotações


Refletir sobre a expessura dos trabalhos.
Procedimento que se faz imagem - se relacionar com a expressão enquanto acontecimento visual - com autonomia- verdade no gesto- não cabe hesitar, mas manter a elegância no acontecimento, na sua tensão.
Ficar atento a Temporalidade que se faz na imagem.
Operar no acontecimento visual, enquanto diálogo.
O gráfico e o conteúdo - o tecer na trama destas possibilidades.

Exposição: - suporte. Ação da mesma natureza - superfície X ação - é repetição ou criação - tomar cuidado quando a experiência fica rasa, o que é diferente de manter dialógos dentro do processo criativo - onde há busca e exploração, o que leva a investigar o processo. A repetição não gera a reflexão e o ir além. No trabalho é necessário ir além do conhecido, alcançaçr uma outra nota musical- o instante que se faz na ação para gerar conteúdo.

Não abrir mão da singularidade no trabalho. O rigor em dialogar com o processo criativo - não é a solução de cada trabalho - mas o que envolve no acontecimento visual.

Fazer articulações entre os trabalhos, no estado de vigilância total.

A permanência nas formas - recorrência nas indagações - fixando variáveis e eliminando outras.

Estabelecer diálogos - no processo de imagens - e isto não depende do material - se é pólvora, sangue ou esperma- não interessa, o importante é a marca pessoal, naquilo que se revela no fazer ver.

Relação triangular com o mundo, saindo do narcisismo, da patologia. Sintonizar o seu desejo com o mundo. Tudo é troca e relação. No trabalho e na vida.



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para ampliar a discussão envie

para e-mail: ata.contraponto@gmail.com

ou deixe seu comentário no lugar indicado.

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3 de maio de 2007

Andrew Wyeth


Artista Americano - Realista Contemporâneo. (1917-)
Tema do Ata-Contraponto:
A responsabilidade na transmissão : - no que diz respeito à ação (praxis) na
elaboração das sensações.

Teatro no Contraponto

NA VIRADA CULTURAL :

"MERGULHO"

Próxima Apresentação: SÁBADO, 5 DE MAIO ÀS 15h00LOCAL: CONTRAPONTO - RUA MEDEIROS DE ALBUQUERQUE, 55
(PRÓXIMO À RUA IGNÁCIO PEREIRA ROCHA E AO SACOLÃO DA VILA MADALENA)


Ingressos: R$10,00 e R$ 5,00
A partir de 12 anos de idade

ESPERAMOS VOCÊS!



ContrapontoRua Medeiros de Albuquerque, 55 - Vila Madalena - São Paulo/SP - CEP: 05436-060Telfax: (11) 3814 3769 - E-mail: contato@contraponto55.ato.br



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30 de abril de 2007

Filigranas


"Todo objeto é uma sensação nossa.
Toda arte é a conversão duma sensação em objeto,
Portanto, toda arte é a conversão duma sensação
numa outra sensação"

Fernando Pessoa




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28 de abril de 2007

Gravuras


Novo integrante no Ata-Contraponto
com a finalidade de mostrar a produção e experimentação
no campo da gravura

26 de abril de 2007

...A crise da arte

....A crise da arte contemporânea definida por um chofer de táxi diante do Tate modern em Londres:

"Quando a gente entra, dá para entender porque é gratuito!!!"

( Contato por Jean Baudrillard), achado e publicado por Jugioli.


Ler o ensaio de Heiddegger: " A origem da Obra de Arte" e
o artigo de Robert Hughes, que questiona a arte, e ao meu ver possui o dom da arte de escrever.
Felizmente fiquei sabendo de um outro livro de sua autoria: "Rembrandt, o deus da luz", é procurar para ler.

25 de abril de 2007

A arte de escrever




O artigo de Robert Huges está no contraponto anexos

Leitura e discussão sobre o tema

Trecho do encarte da Revista Veja que transcrevo aqui:


"Veja – Como as pessoas podem se relacionar com a obra dos grandes pintores do passado?
Hughes Olhando para o que eles produziram. Aprendendo a entender e a amar sua arte. Os mestres da pintura se relacionam a nós da mesma forma que as grandes obras literárias e as composições musicais do passado.
Como o homem atual pode se relacionar com Cervantes? Por meio da leitura de sua obra. Dom Quixote continuará sendo uma história contemporânea em qualquer tempo e lugar.
É preciso ter em mente que a arte é feita antes de tudo para deliciar os olhos e o espírito. É por meio desse apelo intuitivo que ela nos arrebata e conduz, no fim das contas, a um conhecimento mais profundo de nossa natureza. "
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24 de abril de 2007

A origem da obra de arte



"O par de Sapatos "de Vincent Van Gogh, citados por Martin Heidegger no livro " A origem da obra de Arte". Tema de debate e reflexão no Contraponto.

13 de abril de 2007

Almeida Júnior


As obras do pintor Almeida Júnior, na Pinacoteca do Estado de São Paulo, foi um grande presente para os olhos. Os temas escolhidos por ele me chamaram a atenção: as cores , as luzes... que descobri ao ler o catalógo, foram influenciados por Gustave Courbert e Jean-Batiste Camille, e que grande lição de pintura!!!
Posted by Picasa

6 de abril de 2007

Annibale Carracci (1560-1609)

.Homem sentado





Tema do ateliê: Annibale Carracci

O mundo da natureza, retratada com força e genialidade. Foi pintor de quadros religiosos e das intimidades das ruas e dos povos nas aldeias. Pintou diversos afrescos nos palácios de Fava, Magnanni e Sampieri em Bologna. Seus desenhos são considerados objetos de culto desde os anos seiscentos.

Cor e luz que iluminam a narrativa. A busca da arte: capturar na ilusão, onde o pintar ou o desenhar é sempre indagação, construção de um lugar de afeto.


envie seus comentários para : e-mail: ata.contraponto@gmail.com




Agenda: 10 de Abril Lançamento do livro: As Musas...

Convite no Contraponto Anexos

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5 de abril de 2007

Um olhar sobre a Arte......

Palestra: Ada Morgenstern sobre arte Moderna e Contemporânea,
na visão de uma psicanalista, mestre em psicologia social e artista plástica.

Local e horários no site: Contraponto Anexos

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Endereço do ATa para e-mail: ata.contraponto@gmail.com

4 de abril de 2007

Saúde Mental ?????


Um excelente artigo de Rubem Alves,
enviado por Vera para refletir sobre o assunto.

Leia no site: contraponto anexos

30 de março de 2007

Opacidade



Kiefer


Tema do Contraponto:

(Opacidade) : aquilo que não se revela


O Objeto artístico sendo o não objeto (Hegel)




Amplie a discussão :

deixando seu(s) comentário(s) na página
ou se preferir mande um e-mail : ata.contraponto@gmail.com

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29 de março de 2007

Maria Helena Vieira da Silva

Nunca mais a nossa paleta vai ser a mesma
depois de ler o "Testamento" de Vieira da Silva.

Acesse o link Contraponto Antologias e leia....

28 de março de 2007

Baladilha de quarta


(para ler o poema acesse na imagem)
Contribuição de Liana

21 de março de 2007

Ofício Diário


. acesse o site

Formações Clínicas do Campo Lacaniano

Contraponto indica

Ver convite no site: Contraponto Anexos


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19 de março de 2007

A difícil arte do olhar



Vincent Van Gogh ( sapatos-1888)
(acesse na imagem)





O que é a obra de arte?

Como uma coisa pode se tornar arte?


Respostas para o Forum: ata.contraponto@gmail.com


Pensar a condição da arte contemporânea nos termos propostos por Fingermann, sendo necessário que se faça uma leitura e reflexão da "Origem da Obra de Arte" em Heiddegger, no ensaio publicado em 1936, que compreende uma busca pela origem e entendimento para essas questões levantadas, na visão que vai além da estética, e na releitura do que seja a essência da arte, como unidade de multiplicidade do sensível.

17 de março de 2007

Heidegger


Tema do Contraponto 14.03.07
Ler Martin Heidegger:
"A Origem da Obra de Arte"
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15 de março de 2007

Jean Baudrillard


.........................................O que é a verdade?
Fotografia: Jean Baudrillard

8 de março de 2007

A experiência artística

O tema do Contraponto no ateliê desta semana versou sobre a experiência artística, com o questionamento:- "do que nos toca neste fazer", e na consequente reflexão da diferença entre usar as circuntâncias ou a memória no ato da pintura. E, se usamos o simbólico ou a desconstrução do simbólico? O que permeia este fazer?
E, para ampliar tal questionamento, encontrei um texto da poetisa Sophia de Mello que ao meu ver, deve ser lido como quem procura a unidade de alma, de alguém cujos olhos, erquidos em seus poemas, que existem verdadeiros, de quem se procura a todo momento neste viver.
Texto na íntegra em Contraponto Anexos

1 de março de 2007

Contraponto Anexos

A cultura do excesso

Um questionamento para o Ata-contraponto
de Jugioli

leia no link do Anexos

14 de fevereiro de 2007

Goya, Francisco

(Acesse na imagem)

. O nu de Maja (1800) - Museu do Prado, Madri


Tema da aula no Contraponto,
no estudo de comparação com Ticiano e Giorgione


7 de fevereiro de 2007

Giorgione e Ticiano

Vénus de Giorgione





Vénus de Urbino de Ticiano Vecelli, 1487-1576



Vénus de Manet : Olímpia


(wwww acesse nas imagens para ampliar visão wwww)



Propostas de reflexões:




O tema deste ano no ateliê está na compreensão da sistematização da arte, na saída da informação pura , para a busca da fala, ou de que lugar se fala, encontrar-se nesta transmissão como aspecto normativo, e portanto, manter o Foco, como idéia desta busca e de linha condutória em cada trabalho.


Comparamos os trabalhos de Ticiano com Giorgione e temos pesquisas a serem feitas, como os trabalhos de Monet, Manet e Goya, para acentuar o que ambos possuem de linguagem comum, fazendo uma leitura sobre o romantismo, onde outra questão levantada foi :- porque a Vênus de Ticiano se parecem tanto com as de Giorgione, tanto com as de Rubens ou Manet.




Sergio nos orientou para a forma que se ordena na textura, que recorta e parece tender para todos os elementos do quadro, e quais as soluções tradicionais para essa simetria de cor e luz.


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Veja os desenhos de Victor Hugo no site:

outra imperdível sugestão da aula


acesse com o mousse





Drawings of Victor Hugo



Poesia: " Le bien germe Parfois...", publicada pela primeira vez em 1888


no site: Contraponto Antologias

24 de janeiro de 2007

Anish Kapoor












Uma ótima entrevista com o artista na Folha.
Revelam pensamentos de alguem que reflete sobre o seu trabalho e sobre o mundo em que vivemos. São suas as palavras: "A arte é boa para lidar com questões filosóficas, questões como "porque estamos aqui?, qual o significado da vida?", e acho que essas perguntas nós não a fazemos de forma suficiente, estamos com medo delas." O artigo está na folha, e vou tentar transcrever alguns trechos para o grupo, como forma de ampliar as questões que o "Contraponto" mantem em suas labutas.


23 de janeiro de 2007

Recados da Vera

Queridos serjetes,
Que férias compriiiiiidas..... Batendo um papo com o psor, combinamos da primeira aula do ano ser no dia 31 de janeiro. Assim já vamos repondo o maluco mês do carnaval e diminuindo estas férias imeeeeeeeeensas! Minha saudades do grupo também é enorme!!!! É ou não é! Até 4ª, 31!

DICA ÓTIMA!!!
Biblioteca de "domínio público" é só acessar e fazer o download!
Imaginem um lugar onde se pode ler gratuitamente, as obras de Machado de Assis, ou A Divina Comédia, ou ter acesso às melhores historinhas infantis de todos os tempos. Um lugar que lhe mostrasse as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci. Onde você pudesse escutar músicas em MP3 de alta qualidade... pois esse lugar existe! O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso, basta acessar o site: www.dominiopublico.gov.br
Só de literatura portuguesa são 732 obras!
Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é
muito pequeno.
Vamos tentar reverter esta desgraça, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura. Use e divulgue, por favor.