29 de setembro de 2007

Anotações


Anotações....

Nenhum artista consegue produzir arte sem uma poética, declarada ou implícita num fazer. Esta poética que é todo um processo interno, sempre metabolizado inicialmente em sensações primordiais, ou intuições, incluindo a religiosidade com os fatos da vida, num ponto de contato consigo mesmo e o mundo, que vão se transformar em ação.

Se a estética é uma filosofia, e incluímos nesta filosofia a reflexão, sobre as experiências cotidiana, que as vezes de relance nos comovem e elevam, podemos dizer que essa memória tão antiga das coisas contêm coisas novas, porque além de expectador, transformamos o que ouvimos ou sentimos, no que fica desta experiência.

Ser um mero expectador diverge daquele onde o ver, o ouvir e o fazer transformam mínimas coisas em grandes vivências.

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postagem: Jugioli
pintura: Pierre Bonnard (1867-1947)

27 de setembro de 2007

A Pintura


"A Pintura é uma poesia visível"


Citação: Leonardo da Vinci (1452-1519) Itália
Pintura: Jackson Pollock (1912-1956) EUA
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25 de setembro de 2007

Cassiano Pereira Nunes convida





Ser e Tornar a ser


Exposição de 14 de setembro a 20 de outubro

Espaço Cultural Monte Bianco -

maiores informações acesse aqui
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24 de setembro de 2007

Piero della Francesca



Affresco, San Francesco, Arezzo

Invenzione e verifica della Vera Croce, 1640



Exaltação da Cruz, 1466
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19 de setembro de 2007

Exposição no Paço das Artes


Vick Muniz

Estive na exposição, e assitir o video sobre a realização do "Pictures of eartworks", é uma das tarefas para se entender estes trabalhos.
A outra série: "Pictures of junk" nos possibilita refletir sobre o estado das coisas. São séries feitas com engrenagens, silhuetas de rebarbas metálicas e traços delicados de imagens mitológicas desenhadas com o lixo.

A exposição termina em Outubro.

Não percam.

18 de setembro de 2007

Arte Etrusca na Úmbria

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Arte Etrusca


Arte Etrusca

Os etruscos foram povos que viveram na Itália, na região a sul do Rio Arno e a norte do Tibre, então denominada Etrúria, equivalente à atual Toscana, com partes no Lácio e na Úmbria.

A Etrúria era composta pelas cidades-estados (Volterra, Fiesole, Arezzo, Cortona, Perúgia, Chiusi, Todi, Orvietto, Veio e Tarquínia, ao sul da cadeia dos Apeninos.

Os Etruscos se instalaram provavelmente entre os anos 1200 a 700 a.C. O historiador Heródoto acreditava que os Etruscos eram originários da Ásia Menor; a língua utilizada era um alfabeto semelhante ao grego.





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Arte Etrusca


Suely Cauduro Convida.....

8 de agosto de 2007

Edith Derdyk


Edith Derdyk:

Cursos para o 2. semestre de 2007
acesse o site para maiores informações:

http://www.canalcontemporaneo.art.br/

6 de agosto de 2007

Marcel Proust


acesse na imagem para visualização

5 de agosto de 2007

Desenhos


Salvador Dalí

Desenhos
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3 de agosto de 2007

Salvador Dalí no Porto


Esculturas, litografias, desenhos e pontas-sêcas.


Picasso definiu Dalí como um "motor furioso sempre em movimento".
Com a sua provocante excentricidade, o pintor, o desenhador, o escritor, o realizador
de controvérsias foi capaz de realizar obras com a simplicidade da gravura e do esboço, trabalhos muito bem escolhidos nesta exposição.
Surpresas com as aquarelas, e nas sombras das tintas litográficas, com a força das suas visões religiosas, e transformando os objetos mais comuns em poesia.
O mundo da obra gráfica de Dalí nos dá a dimensão do desenho, a sua flexibilidade e coerência.

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postado por Jugioli
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31 de julho de 2007

Documentário no Contraponto


Caros amigos, Convidamos para a projeção de um documentário interessantíssimo, D´une langue à l´autre (Misafa Lesafa), trazido da França pela Profa. Lígia F. Ferreira.
A projeção será acompanhada de conversa com a Lígia. O filme é falado em hebraico e as legendas são em francês. Segue abaixo sinopse.

dia 2 de agosto às 20 horas no Contraponto.
Rua Medeiros de Albulquerque, 55Vila Madalena



Título : D´une langue à l´autre (Misafa Lesafa)
Gênero : Documentário; produção : França, ZDF/ARTE.
Direção : Nurith Aviv
Ano : 2004
Legendado em francês
Depoimentos em hebraico
Duração : 55´

Sinopse : Este documentário traz à tona a complexa aventura lingüística que acompanhou a criação do Estado de Israel. Dos deslocamentos provocados por esse processo, emergem questionamentos dilacerantes : é possível "migrar" para e aprender uma outra "língua materna" ? Que razões podem alimentar o desejo de banir (da memória, do próprio inconsciente) ou preservar a (primeira) língua materna, quando a ela se associa prazer e dor, ódio e amor ? Que efeitos a adoção de uma nova língua materna produz na (re)construção de uma identidade ? Com que língua(s) se faz um país e uma nação ?
A cineasta Nurith Aviv interroga nove artistas e intelectuais israelenses, porém oriundos de países e culturas diferentes, que respondem a essas perguntas evocando, através de suas trajetórias individuais ou familiares, uma problemática central num país cuja diversidade cultural ainda carrega dimensões desconhecidas. Seja do ponto de vista íntimo, político e ideológico, a problemática, em suma, é mais do que atual na medida em que transcende uma especificidade nacional para refletir tanto os dramas quanto as riquezas potenciais de um mundo de fronteiras se esgarçam e no qual se multiplicam os migrantes, as nacionalidades e as identidades plurais. (Ligia F. Ferreira )

22 de julho de 2007

Vera Giorgi


Novo blog na (blogsfera) de Vera Giorgi

acesse
aqui

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Verso e Reverso

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Fractais

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Poema de geometrias e de silêncios
Ângulos agudos e lisos
Entre
duas
linhas
vive
o
branco
(Sophia de Mello Breyner Andresen)
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21 de julho de 2007

O verso e o reverso


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16 de julho de 2007

Ata na agenda


"Vai ser bem legal a roda viva de hoje dia 16,

com dois correspondentes de guerra no

oriente médio: um é o Fisk, do jornal -

Esse programa foi feito durante a flip, de parati."


Enviado por Liana.





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9 de julho de 2007

Ata- anotações


"O artista recorta fragmentos, delimita, transforma, subverte,

experimenta a maleabilidade das coisas,

a estabilidade do preestabelecido.

O artista é um experimentador, porque lê a forma do objeto

antes de ler a sua função.


Lê os significados sem deixar de ler as possibilidades.


O artista é um artista porque lê."



anotações das discussões teóricas.

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8 de julho de 2007

Chiaroscuro


pormenor - Caravaggio



"As sombras conferem visibilidade, sem elas não há volume,
tudo seria plano, como se só houvesse luz.
Uma nuance clara, breve e cingida de luz,
com suas possibilidades de gradações revela mais os objetos
do que uma homogenea e monocromática forte.
Nas gradações vislumbram-se os contornos,
a expessura, a textura e a matéria que a compõe."




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3 de julho de 2007

O Poema


Pudesse Eu



Pudesse eu não ter laços nem limites

Ó vida de mil faces

transbordantes

Para poder responder

aos teus convites

Suspensos na surpresa

dos instantes!



Sophia de Mello Breyner Andreson



enviado por Liana
colagem: Jugioli

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27 de junho de 2007

Na Pintura

. . artista: Ferrnando Zanforlin



Caros Colegas,


Lendo esse Texto sobre "Suporte" do artista Fernando Zanforlin
do site:
"O contrário é a mesma coisa", cujo tema é sobre "Land-art" , resolvi transcrevê-lo para o grupo, com o intuito de ampliar a reflexão:




"Na Pintura, o suporte, veio de outras questões, está ordenado pela verticalidade, no olhar.

Apesar da horizontalidade quase exclusiva do nosso deslocamento na Terra, a precisão de horizonte como conceito perceptivo é fundamental.

A reflexão sobre os 2 eixos, o vertical e o horizontal, na transferência de assuntos pelo desenho e pintura, ambos transitando em 2 vias, de um espaço multidimensional, mental, na codificação do espaço, para outro bidimensional, os suportes, perdem a velocidade.

Mesmo com a saída do cavalete para o campo, não foram transformadas essas vias.

Sobre a questão do suporte à horizontalidade, não é o plano de primazia.

Quando ele, no registro, altera o valor de questionamento na valorização estabelecida pelo volume adquirido no desenho pela land-art, as eleições dos lugares como suporte determinam.

Para a land-art o volume, inegável existência na topografia, a paisagem assume desconsertância, ser o suporte para um desenho volumétrico atravessado no espaço."





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21 de junho de 2007

Convite Vera Giorgi

PÁSSARO DE PAPEL CONVIDA

PARA O LANÇAMENTO DO CLUBE DA GRAVURA II

curadoria de Maria Pérez Sola

Aguardamos você no atelier de


VERA GIORGI

A proposta do Pássaro de Papel: aproximar o apreciador
de arte do universo de criação do autor de cada gravura.

Gerando uma rica troca onde o artista, compartilhando de seu
ambiente de trabalho e de suas pesquisas possibilitará ao
espectador a reunião dos elementos necessários para maior
compreensão da obra, completando-a com seu olhar.

A cada dois meses será entregue uma gravura da coleção:
Vera Giorgi, em junho
Frei Pedro Pinheiro,ofm, em agosto
Eli Bueno, em outubro

Aguardamos você nesta terça-feira próxima, na casa/atelier da artista,

26 de junho de 2007, das 17.00 às 22.00hs

para um "bate-papo"

na av. Horácio Lafer 815,13 andar, Itaim Bibi, SP,
fone: 3078 1088




Artista: Vera Giorgi
Titulo: s/t
Técnica: mista
Ano e local: 2007/SP
Dimensões: 50X35cm
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17 de junho de 2007

ATA - Novos Territórios



Caros colegas, anuncio novos territórios no Ata-Contraponto

Confiram:

.Uma foto por dia

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15 de junho de 2007

Anotações

ATA

Caros colegas, fiz algumas anotações, que talvez possam ajudar na reflexão. Anotações são sempre incompletas, pois ouvir é seletivo. Sequem aqui algumas:

Os enunciados do processo artístico:

“Todos os nossos juízos, todas as frases, ou “ pinceladas”, que pronunciamos, ou as idéias que emitimos são expressões de nossos estados vitais- a emanação da vida em nós que correspondem ao estilo, ou filosofia inata e adquirida de cada um , que irão refletir neste fazer artístico, no que procuramos como prioridade para alimentar nossa alma, quando vamos a exposições, teatros, museus, ou lemos o jornal do dia, estamos desta forma alimentando este fazer.

Interpretamos os fatos com essa carga de “enunciados”. A arte nos leva, portanto, a tarefa da “redenção”, que vão animar e se revelar “neste fazer presente”, neste fazer já, no aqui – agora., que vão corresponder a verdade objetiva na sua reflexão mais profunda.
O existir do artista que são corpo e sensibilidade, mas que também comporta a sua “desconstrução”, ou seja, pela refutação dos erros, das ilusões, das falsas opiniões, desconfiando do tema, por ser artifício, saindo da sedução que o paraliza. Desconstruir o já visto, hierarquizando essas forças.

Entre a pintura e o fazer há o expectador – e esse espaço torna-se o “ sagrado” da experiência como porvir, ao produzir o deslocamento da experiência na ilusão.

A pintura desta forma deve ser entendida como processo e não como artifício”.

Refletir o porquê de algumas obras, se tornarem “ universais”, na suas estruturas de verdades mais profundas e essenciais, em oposição ao “passageiro”, ao estilo do consumo descartável.
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14 de junho de 2007

Mario Sironi


"Il ciclista" - 1916
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Mario Sironi (1885-1961)


Tema do Ata Contraponto:

Mario Sironi, nasceu em Sassari, Sardenha. Abandonou os estudos em engenharia e frequenta a academia de Belas Artes em Roma, e junto com Giacomo Balla, Gino Severini, Umberto Boccioni, e Marinetti (Os Futuristas), fundam o grupo dos "Novescentos", em 1922, do qual Sirone foi um dos principais colaboradores.
Em 1932, empenhou-se pela realização da " Mostra della Revoluzione Fascista".

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12 de junho de 2007

Palestra no Contraponto

( Acesse na imagem para melhor visualização)

inscreva-se:

contato@contraponto55.ato.br




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30 de maio de 2007

Women in Art






500 anos de Retratos femininos


(click e assista uma bela montagem)

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28 de maio de 2007

Arte e Responsabilidade


Oi queridos
Um rapaz do círculo de leitura quis compartilhar esse texto, e acho que ele tinha razão; lá vai:

"Chama-se mecânico ao todo se alguns de seus elementos estão unificados apenas no espaço e no tempo por uma relação externa e não os penetra aunidade interna do sentido.
As partes desse todo, ainda que estejam lado a lado e se toquem, em si mesmas são estranhas uma às outras.
Os três campos da cultura - a ciência, a arte e a vida - só adquirem unidade no indivíduo que os incorpora à sua própria unidade. Mas essa relação pode tornar-se mecânica, externa. Lamentavelmente, é o que acontece com maior freqüência.
O artista e o homem estão unificados em um indivíduo de forma ingênua, o mais das vezes mecânica: temporariamente o homem sai da"agitação do dia-a-dia" para a criação como para outro mundo "de inspiração, sons doces e orações".
-O que resulta daí? A arte é de uma presunção excessivamente atrevida, é patética demais, pois não lhe cabe responder pela vida que, é claro, não lhe anda no encalço. "Sim, mas onde é que nós temos essa arte - diz a vida -, nós temos a prosa do dia-a-dia".

Quando o homem está na arte não está na vida e vice-versa. Entre eles, não há unidade e interpenetração do interno na unidade do indivíduo.

O que garante o nexo interno entre os elementos do indivíduo? Só a unidadeda responsabilidade. Pelo que vivenciei e compreendi na arte, devo responder com minha vida para que o todo vivenciado e compreendido nela não permaneçam inativos. No entanto, a culpa também está vinculada à responsabilidade. A vida e a arte não devem só arcar com a responsabilidade mútua mas também coma culpa mútua.
O poeta deve compreender que a sua poesia tem culpa pela prosa trivial da vida, e é bom que o homem da vida saiba que a sua falta de exigência e a falta de seriedade das suas questões vitais respondem pela esterilidade da arte.
O indivíduo deve tornar-se inteiramente responsável: todos os seus momentos devem não só estar lado a lado na série temporal de sua vida mas também penetrar uns nos outros na unidade da culpa e da responsabilidade.
E nada de citar a "inspiração" para justificar a irresponsabilidade. A inspiração que ignora a vida e é ela mesma ignorada pela vida não é inspiração mas obsessão.
O sentido correto e não o falso de todas as questões antigas, relativas às inter-relações de arte e vida, à arte pura, etc., é o seu verdadeiro patos apenas no sentido de que arte e vida desejam facilitar mutuamente a sua tarefa, eximir-se da sua responsabilidade, pois é mais fácil criar sem responder pela vida e mais fácil viver sem contar com a arte.
Arte e vida não são a mesma coisa, mas devem tornar-se algo singular em mim, na unidade da minha responsabilidade.

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(Mikhail Bakhtin, Estética da Criação Verbal, ed. Martins Fontes, 2006.Trad.
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Colaboração enviada por e-mail de Liana

25 de maio de 2007

Anotações



Sobre nossa reunião de ontem 23/05/07, estou enviando algumas anotações realizadas por Suely, e complementadas por mim. Espero que ajudem na elaboração do texto:

Começamos refletindo sobre: “ O trabalho como acontecimento”.
Delicadeza, espanto ou estupefação?


Falando sobre o brilho da luz incidindo sobre o objeto ( no caso a escova desenhada pelo Márcio ) esse brilho tinha um peso que a escova não podia suportar. A luz nesse caso seria o elemento de triangulação.

É a circunstância que se faz ver no particular. É aí que o humano se faz.

A imagem é uma armadilha à Arte.


No sentido metafísico: trabalhar à distância, como observador. Questionar: que instrumentos Cézanne nos deixou ?
Pergunta: ( Jana ) a ilustração não tem espessura?
Res. o acontecimento é o atrito que você faz na superfície. É saber em que planos a imagem se faz.


Deixar um enunciado poético na relação do enunciado como provocador deste sonhar ( écran ) é a urdidura, é o tecido do sonho. Está no “entre”, isso é que se chama poesia.


A circunstância tem que ser criada.
A contaminação de cor, luz, faz o artista olhar o que é circunstância e o que é essencial.


É o exercício do olhar. Isso se chama espessura ( a espessura é o sensível ) Na música também existe essa singularidade em mostrar a sutileza.
A grande crise na Arte é uma crise de espiritualidade nesse nível.
O desenho também é o espaço.

A escrita que o artista escreve é testemunha do que está fundamentada na experiência de um artista na sua singularidade. O ser do ente- o que é essência – no limiar do pensamento, com aquilo que se coloca no mundo.

A finalização é importante para se fazer obra.
A imagem traz o instante da surpresa e a questão do esquecimento.

Tudo é abstração
. Descobrir o significado do objeto para o espírito e não para o funcional.
O artista tem que deslocar esse olhar e a Arte se faz, quando aquilo se faz como acontecimento. Aquilo que se mostra, se revela no esquecimento. O tempo todo você tem que produzir no outro um encantamento.
É um urdir entre o pensar e o sentir, como trama onde o resultado é o Écran ( o que se teceu do sonho)

Humanizar o que se vê – esse é o gesto artístico – sentir na operação deste fazer, e não ficar no simbólico, mas no ato deste fazer.

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24 de maio de 2007

A beleza


"A definição do belo é fácil: é aquilo que desespera"

Paul Valéry

A pintura Macieira I, de Gustav Klimt, é uma das cinco obras do pintor austríaco que foram confiscadas pelos nazistas e devolvidas aos herdeiros de Ferninand e Adele Bloch-Bauer este ano.
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23 de maio de 2007

Vieira da Silva


Programação do Museu de Arte Moderna de São Paulo

Vieira da Silva (1908-1992), nascida em Portugal e naturalizada na França, viveu no Rio de Janeiro entre 1940 e 1947, época dominada pela guerra na Europa. São mais de 100 obras, incluindo os painéis de azulejos. Foi representante da Nova Escola de Paris.

21 de maio de 2007

Novos Territórios


O Ata-Contraponto com novos territórios:

Q.E.L.A (Quintal de estudos de Land-Art)

no link & Artérias
: O contrário é a mesma coisa

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20 de maio de 2007

Novos territórios....


Site de Vera Giorgi no ata-Contraponto:



www.veragiorgi.com.br

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16 de maio de 2007

Convite Pinacoteca

www.canalcontemporaneo.art.br/edithderdyk

confira os trabalhos da artista Edith Derdyk no link
ou acesse com o mousse para ampliar visualização.

14 de maio de 2007

Monumenta 2007

Confira o link:


(acesse com o mouse)
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12 de maio de 2007

Olhares....


.Foto: Vera Giorgi

.Novos territórios no Ata-Contraponto :

.Confira: Nas costas da baleia e

Varal de idéias

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Dimensions of Constructive Art in Brazil



Eis aqui, de fato.... o Grande dado!
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Acesso no link Contraponto Anexos

para conferir a exposição no Museum of fine Arts, Houston


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11 de maio de 2007

Olhares....


Fotos no contraponto clicks
Confira as belezas e sensibilidades
enviadas por Vera Giorgi
acesse no:


Contraponto Clicks

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10 de maio de 2007

Ata anotações


Refletir sobre a expessura dos trabalhos.
Procedimento que se faz imagem - se relacionar com a expressão enquanto acontecimento visual - com autonomia- verdade no gesto- não cabe hesitar, mas manter a elegância no acontecimento, na sua tensão.
Ficar atento a Temporalidade que se faz na imagem.
Operar no acontecimento visual, enquanto diálogo.
O gráfico e o conteúdo - o tecer na trama destas possibilidades.

Exposição: - suporte. Ação da mesma natureza - superfície X ação - é repetição ou criação - tomar cuidado quando a experiência fica rasa, o que é diferente de manter dialógos dentro do processo criativo - onde há busca e exploração, o que leva a investigar o processo. A repetição não gera a reflexão e o ir além. No trabalho é necessário ir além do conhecido, alcançaçr uma outra nota musical- o instante que se faz na ação para gerar conteúdo.

Não abrir mão da singularidade no trabalho. O rigor em dialogar com o processo criativo - não é a solução de cada trabalho - mas o que envolve no acontecimento visual.

Fazer articulações entre os trabalhos, no estado de vigilância total.

A permanência nas formas - recorrência nas indagações - fixando variáveis e eliminando outras.

Estabelecer diálogos - no processo de imagens - e isto não depende do material - se é pólvora, sangue ou esperma- não interessa, o importante é a marca pessoal, naquilo que se revela no fazer ver.

Relação triangular com o mundo, saindo do narcisismo, da patologia. Sintonizar o seu desejo com o mundo. Tudo é troca e relação. No trabalho e na vida.



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para ampliar a discussão envie

para e-mail: ata.contraponto@gmail.com

ou deixe seu comentário no lugar indicado.

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3 de maio de 2007

Andrew Wyeth


Artista Americano - Realista Contemporâneo. (1917-)
Tema do Ata-Contraponto:
A responsabilidade na transmissão : - no que diz respeito à ação (praxis) na
elaboração das sensações.

Teatro no Contraponto

NA VIRADA CULTURAL :

"MERGULHO"

Próxima Apresentação: SÁBADO, 5 DE MAIO ÀS 15h00LOCAL: CONTRAPONTO - RUA MEDEIROS DE ALBUQUERQUE, 55
(PRÓXIMO À RUA IGNÁCIO PEREIRA ROCHA E AO SACOLÃO DA VILA MADALENA)


Ingressos: R$10,00 e R$ 5,00
A partir de 12 anos de idade

ESPERAMOS VOCÊS!



ContrapontoRua Medeiros de Albuquerque, 55 - Vila Madalena - São Paulo/SP - CEP: 05436-060Telfax: (11) 3814 3769 - E-mail: contato@contraponto55.ato.br



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30 de abril de 2007

Filigranas


"Todo objeto é uma sensação nossa.
Toda arte é a conversão duma sensação em objeto,
Portanto, toda arte é a conversão duma sensação
numa outra sensação"

Fernando Pessoa




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28 de abril de 2007

Gravuras


Novo integrante no Ata-Contraponto
com a finalidade de mostrar a produção e experimentação
no campo da gravura

26 de abril de 2007

...A crise da arte

....A crise da arte contemporânea definida por um chofer de táxi diante do Tate modern em Londres:

"Quando a gente entra, dá para entender porque é gratuito!!!"

( Contato por Jean Baudrillard), achado e publicado por Jugioli.


Ler o ensaio de Heiddegger: " A origem da Obra de Arte" e
o artigo de Robert Hughes, que questiona a arte, e ao meu ver possui o dom da arte de escrever.
Felizmente fiquei sabendo de um outro livro de sua autoria: "Rembrandt, o deus da luz", é procurar para ler.